quarta-feira, 20 de outubro de 2010

evolução das novas tecnologias na Educação

As novas tecnologias trouxeram grande impacto sobre a Educação desenvolvida nos dias atuais, criando novas formas de aprendizado, disseminação do conhecimento e, especialmente, novas relações entre professor e aluno.
A revolução trazida pela rede mundial possibilita que a informação gerada em qualquer lugar esteja disponível rapidamente. A globalização do conhecimento e a simultaneidade da informação são ganhos inestimáveis para a humanidade.
A Internet tem contribuído fortemente para uma total mudança nas práticas de comunicação e, conseqüentemente, educacionais. Na leitura, na forma de escrever, na pesquisa e até como instrumento complementar na sala de aula ou como estratégia de divulgar a informação.
Em nossas escolas, isto não poderia ser diferente. Deixamos as pesadas enciclopédias de lado e substituímos seu uso pelas enciclopédias digitalizadas e pela consulta a portais acadêmicos virtuais. Passamos a utilizar sistemas eletrônicos e apresentações coloridas para tornar as aulas mais atrativas e, muitas vezes, deixamos de lado a tradicional lousa e giz. Muitos trabalhos passaram a ser subsidiados pelas informações disponíveis na rede mundial e, com isso, trouxeram benefícios e riscos, mudando as tradicionais formas de aprender e de ensinar.
A condução do processo de pesquisa por parte do professor também é indispensável quando analisamos a Internet como uma espécie de “território livre”, onde tudo pode ser publicado. O discernimento de fontes de informação e a análise de sua veracidade são outros papéis fundamentais desempenhados pelo professor. Só com essa participação é possível orientar o aluno para que ele não incorra em erros ou baseie-se em informações equivocadas.
Apesar de toda essa contribuição, é certo que a Internet não é a solução para todos os males, nem deve ser vista dessa maneira. No papel de ferramenta de apoio, ela não deve ser considerada como substituta a outras práticas, como o relacionamento humano dentro da sala de aula, entre professor e aluno e entre os estudantes. Isto porque a Internet depende de intermediações inteligentes e articuladas pré-estabelecidas para fornecer um ambiente de aprendizagem. Esse é o papel do professor: oferecer aos alunos orientação para consultas e pesquisas, aproveitando melhor a agilidade desse meio, uma das maiores vantagens das informações disponíveis na rede mundial.
Na Metodista, as novas tecnologias permitiram que, ainda na década de 80, investíssemos com pioneirismo na capacitação de nosso corpo docente, aprimorando os recursos humanos para as demandas que viriam a seguir. Elas estão presentes no ambiente de sala de aula, em nossos laboratórios e, mais do que isso, nossa forma de perceber e fazer a Educação.

MUITO TEM ACONTECIDO DESDE ENTÃO

Especialmente nos últimos anos, a Metodista passou a buscar novas formas para a democratização da Educação, a partir da ampliação da oferta de cursos oferecidos via Educação a Distância.
A criação dos pólos de educação a distância é o novo desafio do momento, que permitirá o oferecimento de cursos de graduação tradicional e tecnológicas, até a pós-graduação lato sensu. No final do ano passado, a Metodista foi credenciada pelo Ministério da Educação para oferecer cursos superiores a distância – Portaria MEC 4.386, de 15/12/05, permitindo que a Metodista ampliasse sua atuação nessa área.
Esta nova modalidade permitiu a criação do Campus EAD Metodista, uma nova concepção da Universidade, compreendida a partir do mundo virtual, que permitirá que alunos dos lugares mais longínquos tenham acesso a educação de qualidade que sempre primamos em oferecer.
Para concretizar esse projeto a Metodista já está investindo na capacitação de professores e aperfeiçoando práticas pedagógicas para essa nova “linguagem” educacional. Afinal, a qualidade do ensino praticado na Metodista e a confiança da comunidade acadêmica devem permanecer as mesmas, seja qual for a modalidade de aulas ministradas. Vale lembrar que, desde o ano passado, a Metodista vem avançando na Educação a Distância, implementando disciplinas e cursos de curta duração semipresenciais e mesmo cursos inteiramente a distância, como a recém-iniciada Pós-Graduação (Especialização) em Gestão de Políticas Públicas Participativas para as Cidades.
O que se percebe, enfim, é que as novas tecnologias trouxeram impactos sobre nosso dia-a-dia, exercendo importante papel nos desdobramentos dos serviços educacionais e proporcionando avanço para a democratização da Educação. A Educação a Distância irá requerer do aluno mais disciplina, motivação, além de uma nova forma de encarar o processo de ensino e aprendizagem. Mas essa mudança de hábito provocará, com certeza, uma nova cultura educacional, mais abrangente e democrática.

Universidade Metodista de São Paulo - www.metodista.br

Dificuldades de Aprendizagem na Alfabetização

GOMES, Maria de Fátima Cardoso; SENA, Maria das Graças de Castro. Dificuldades de Aprendizagem: na alfabetização. Belo Horizonte; Autêntica; 2006.

Resenhado pela acadêmica Carmosa Martins da Mata e Silva; Pós-Graduação em Psicopedagogia da Faculdade Integradas de Jacarepaguá – FIJ.

A obra trata do mal do século XX o que permanece no século XXI; o “fracasso escolar” de meninos e meninas das camadas populares.

Segundo as autoras organizadoras da obra, Sena, (2006), Gomes (2006), o Fracasso foi historicamente produzido e criado por médicos e psicólogos e que vem sendo tratado de forma patológica, naturalista e a-histórica pela maioria das escolas. Estas buscam legitimar a exclusão de alguns alunos com o conhecimento cientifico da medicina e da psicologia, principalmente.
Os artigos que fazem parte deste livro foram elaborados com base numa pesquisa cientifica do programa de iniciação científica da UFMG, em dissertação de mestrado e uma tese de doutorado defendidas no período de 1990 a 1996, pela faculdade de educação da universidade federal de minas gerais e no instituto de psicologia da Universidade de S ao Paulo; respectivamente.
O primeiro artigo discutido na obra trata-se da produção “leitura e escrita: a produção dos “maus” e “bons” alunos. Cujo material foi colhido durante o ano de 1993. onde retrata que os educadores adotam mecanismos varia dos para separar os “bons” dos “mãos” alunos, desde critério de avaliação que norteiam os processos de enturmação, o remanejamento, a fixação de normas disciplinares e higiênicas até o encaminhamento dos “maus” alunos para clínicas ou escolas especializadas.
Acabam depositando no aluno toda a “culpa” pela não-aprendizagem da leitura e da escrita sem que o processo escolar e social em que estas são produzidas seja levado em conta pelos educadores, sobretudo das escolas publicas.
O artigo seguinte refere-se a quatro historia e dois destinos; dos “bons” e dos “maus”, consiste na constituição do sentido do “bom” e do “mau” aluno, que se realizaria, nos primeiros dias de aula, durante a interação verbal entre alunos e a professora em uma sala de aula, onde teria sentidos e significações, produzidos no jogo social mais amplo, e se confrontaria à luz dos interesses pessoais de seus interlocutores.
No capitulo seguinte refere-se a apropriação da cultura escolar implícita nas ações pedagógicas do professor expressava-se através de uma postura na sala de aula coerente com a lógica autoritária / assistencialista da burocracia do sistema de educação pública brasileiro.

Na pesquisa foi realizada atividades extra-classe promovidas pela escola, aos alunos, onde evidenciaram melhor rendimento de que foram observados em situações de sala de aula.
Outro artigo da obra “dificuldade de aprendizagem na alfabetização: Perspectivas do aprendiz, da autora Clenice Griffo; faz um estudo de observação em sala de aula, priorizando as interações estabelecidas, buscando entender como o aluno fracassado se percebia na condição de ausência de produtividade escolar e como reagi frente aos rótulos que lhes eram atribuídos.
Na obra foi discutido também o artigo: saberes e dizeres diferentes de crianças que “Fracassam” na escola, procura entender os vários momentos e movimentos de uma aluno pesquisado em 1996, com várias reprovações, onde relata toda a historia do contexto familiar da professora e do próprio aluno; analisando seus conflitos e complexidade, podendo seu referencia entre os alunos e escreveu influencia sobre o conteúdo escolar, como um exemplo de fracasso.
No artigo para além do erro construtivo o sujeito relata o trabalho com as crianças com dificuldades pelas escolas que consistia na tentativa de levá-los a superar seus erros pela via da reconstrução dos mesmos. Utilizando do referencial piagetiano que não tratava, pois, de simplesmente corrigi-los, mas, principalmente, de possibilitar que as crianças repensassem suas hipóteses sobre um objeto de conhecimento pela introdução de uma situação conflitava, mo nível cognitivo, que desestruturasse o pensamento e as forçasse a busca novo equilíbrio uma nova hipótese. O outro enfoque para compreender o erro, foi focado na teoria psicanalista, enfocando dados subjetivos do recalque, visto que o recalcamento “só pode surgir quando tiver ocorrido uma cisão marcante entre a atividade mental consciente e o inconsciente”.
O artigo seguinte de o significado da escola: memória de adultos que viveram a infância na zona rural, onde aborda uma estrutura socioeconômica em que as crianças trabalham em que as crianças trabalham pesado no campo a maior parte do seu dia, a escola era muito valorizada, entretanto, a expectativa desse grupo com seu processo de escolarização e o de seus filhos tem lhe mostrado uma realidade muito cruel. Assim, a sua expectativa em relação ao futuro dos filhos é impregnada de incertezas e de apreensões, considerando-se que a vivência do presente só lhes tem oferecido elementos negativos e preocupantes em relação ao amanhã.
O artigo fracasso e sucesso escolar: os dois lados da moeda, justifica o fracasso escolar em diversas abordagens.
A escola justifica a cultura do fracasso em diferente perspectiva, uma delas baseia-se na prontidão, enquanto que a teoria da coerência cultural responsabiliza a criança pobre e sua família pelo insucesso na alfabetização; e não questiona o papel da escola na produção do fracasso.
O ultimo artigo proposto pela obra discute a relação entre e analfabetismo dos pais e o fracasso dos filhos na escola; comprova que a interferência do trabalho na escolarização: a historia tanto das pois analfabetos quanto de seus filhos demonstram que as crianças das camadas desprivilegiadas são mais do que estudantes; elas trabalham.
Nesta perspectiva é que a analise da vida e da lida dos analfabetos ou com dificuldades de aprendizagem estar à margem a sociedade brasileira, e evidenciam que a obra contribui para um despertar da sociedade de que o analfabetismo e o fracasso escolar ultrapassam os limites da ação educativa devem ser vista como quadro de suas determinações sociais, econômicas, políticas e ideológicas.

A Foto da Turma


Relação da Turma 114

1.João Luis dos Santos
2.Carmen Uchôa Rodrigues
3.José Augusto de Sousa (formador)
4.Gonçalo Nunes Barbosa (formador)
5.Jannabsa Jussara Rodrigues e Silva
6.Carleny Ferreira de Moraes Lavor
7.Carmosa Martins da Mata e Silva
8.Rosilene Ribeiro da Silva
9.Milca Silva Morais Vieira
10.Francisca Rosângela Ramos Rodrigues
11. Lindalva Alves de Araújo
12.Sônia Maria Soares de Sousa
13.Sonia Maria Dantas Soares
14.Maria do Amparo Nunes Brandão
15.Maria Anice de Lima Paz

quarta-feira, 6 de outubro de 2010

TECNOLOGIA NA EDUCAÇÃO

A educação nos dia de hoje esta interligada com a tecnologia, pois as escolas devem está atualizadas com o mundo digital.
Isso acontece porque há uma necessidade dos alunos estarem conectados com o mundo virtual.
O mercado de trabalho também é outra exigência para que estes alunos tenham contato com as novas tecnologias que vem surgindo nos dias atuais.
Por um lado tem suas vantagens, que são todos os tipos de descobertas possíveis. Já suas desvantagens são as pornografias que infelizmente por curiosidade, não sei, terminam sendo bastante acessadas por nossos queridos alunos.

CARLENIR

INCLUSÃO DIGITAL NA EDUCAÇÃO

Hoje em dia há uma grande exigência para que as escolas possuam um certo tipo de tecnologia.
Tecnologia essa que garanta que todos tenham acesso gratuito e de qualidade a todas as tecnologias que a escola possa oferecer.E convenhamos que não são poucas.
Com isso, notasse que a única preocupação dos monitores se torna mais relevante quando se trata do acesso a conteúdos inapropriados para esses alunos. Como é o caso da pornografia.
Mas o que fazer diante disso?
Dentre alguns artigos que li antes de escrever estas pequenas linhas, pude perceber que seria necessário que as escolas adotassem algum tipo de FILTRO que visasse evitar o contato dos alunos com tais materiais obscenos.
De acordo com o que li, segundo pesquisas, em Portugal, ao nível de 1º,2º e 3º cíclo, juntamente com o ensino secundário, não existe uma grade curricular que aborde tais questõesde segurança online aos mais novos. Na minha opinião, o que é uma pena!
Já no Brasil, infelizmente, fala-se muito em Inclusão Digital, mas acabam esquecendo do principal: A EDUCAÇÃO DIGITAL.
E isso acontece não é por falta de material, e sim,por falta de instruções de uso correto desse riquíssimo material.

ROSILENE RIBEIRO

segunda-feira, 4 de outubro de 2010

Como conseguir biscoito

Não é apenas a investigação ou mesmo explorar seus conhecimentos,mas adquerir uma habilidade e seu próprio interesse em realizar o seu projeto pois é um caminho arduo onde a barreiras que nem sempre são quebradas; onde o próprio educando deveria proporcionar um melhor conhecimento.carmem uchoa
Concordo com a Léa quando ela afirma que o aluno so aprende se estiver em atividade, onde acredito que esta pode ser uma ação reforçadora da familia também onde no dia - a dia pode induzir a criança a pesquisar suas duvidas, sendo o professor um facilitador para as experiências praticas, o que logo despertara no aluno a curiosidade e a busca pelo saber, valorizando a interatividade em um projeto individual ou coletivo. Jannabsa Rodrigues.